
Poderia ter sido o jogo da grande final, assim como fora em 2006, pois Inter e São Paulo, as maiores forças do futebol brasileiro, entre outros, fizeram mais uma grande partida de futebol. Um jogo digno de libertadores. Muita vontade, muita técnica, muito nervosismo e tensão. Já virou um dos maiores clássicos do futebol brasileiro. O São Paulo precisava da vitória e apresentou uma postura diferente daquela formatada no primeiro jogo no Beira-Rio. Embalado pela torcida, os paulistas passaram a pressionar o colorado que se defendia muito bem e arriscava algumas jogadas de ataque. Mas foi numa falha individual do goleiro Renan que o tricolor paulista chegou ao primeiro gol, com o zagueiro Alex Silva. Apesar do gol sofrido o time do Inter não desestabilizou. E foi na volta do segundo tempo, após cobrança de falta de D'Alessandro, onde a bola foi desviada pelo centroavante colorado, indo morrer no fundo das redes de Rogério Ceni que o Inter empatou a partida. Parecia que com o gol o jogo estava definido, mas não seria assim tão fácil. Apenas três minutos depois, Ricardo Oliveira, devolveu a esperança aos paulistas, ao fazer o segundo gol. Ainda faltava mais um gol para o time de Ricardo Gomes levar a vaga. Com um jogador a menos, Tinga foi expulso, assim como na decisão de 2006, o time de Roth se defendia e buscava trocar passes no campo adversário para fazer o tempo passar. O nervosismo tomava conta das duas torcidas. Mas era noite dos vermelhos. O jogo terminou com a vitória dos paulistas, mas foram os guerreiros colorados que, mais uma vez, comemoraram a vaga em cima do São Paulo. Os atletas do time do Morumbi sairam do gramado visivelmente abatidos e emocionados com a eliminação. O Internacional, de quebra, ainda vai disputar o mundial de clubes da FIFA no final do ano, posto que os mexicanos, mesmo que vençam a Libertadores, não poderão disputar o mundial, uma vez que fazem parte da Concacaf, cujo representante é outro mexicano, o Pachuca. Desse modo, necessariamente um time sulamericano ficaria com a vaga para o mundial representando a Conmebol. E foi assim, sofrido, suado, como não poderia deixar de ser que o Internacional, mais do que nunca, vai sonhar com a América e com o Mundo, de novo.
Vamo Inteeeeeer!!! Rumo ao BI!!!!
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